OS 10 MITOS SOBRE O CÉREBRO HUMANO

O cérebro é uma parte notável do corpo humano. Acredita-se que o cérebro humano possa gerar cerca de 23 watts de energia elétrica, o que seria suficiente para acender uma pequena lâmpada. Embora existam alguns fatos surpreendentes sobre o cérebro, ainda há muito que ainda estamos tentando aprender. No artigo de hoje, vou te mostrar os 10 mitos sobre o cérebro humano. Você está Em Marte, o seu site de curiosidades!


📌 10º mito sobre o cérebro humano - O tamanho do cérebro afeta a inteligência:



Quanto maior, melhor, certo? Esse não é realmente o caso quando se trata do cérebro humano. A inteligência não é determinada pelo tamanho do cérebro, mas sim pelas sinapses, que são conexões entre neurônios no cérebro. A inteligência está mais relacionada com o volume do lobo frontal e com o volume da massa cinzenta do que apenas com o tamanho do cérebro. Alguns estudos tentaram conectar indivíduos mais altos a tamanhos de cérebro maiores. Os dados mostraram que pessoas mais altas podem ter cérebros ligeiramente maiores do que pessoas mais baixas, mas isso não significa necessariamente que pessoas altas sejam mais inteligentes. O tamanho do cérebro ou inteligência não pode ser determinado apenas pela altura, e a capacidade cognitiva não é determinada apenas pelo tamanho do cérebro. Tudo bem se você for baixinho; tamanho não é tudo, pelo menos quando se fala sobre o cérebro.


📌 9º mito sobre o cérebro humano - O álcool mata as células cerebrais:



Um mito comum que você provavelmente já ouviu várias vezes é que o álcool mata as células cerebrais. A pesquisa mostra que o álcool não mata as células cerebrais. Mas, em vez disso, pode prejudicar a função cerebral e causar outros problemas sérios. Por exemplo, beber em excesso ou beber pesado por longos períodos de tempo pode prejudicar a capacidade dos neurônios de enviar mensagens uns aos outros. Isso pode levar à perda de memória, falta de coordenação muscular e amnésia. O consumo moderado de álcool não afeta o cérebro da mesma forma, e há estudos que mostram que o consumo moderado de álcool pode até trazer alguns benefícios à saúde. Portanto, aqui está um brinde ao cérebro - apenas não exagere.


📌 8º mito sobre o cérebro humano - Nós usamos apenas 10% do nosso cérebro:



Um mito comum sobre o cérebro é que utilizamos apenas uma pequena parte do potencial do cérebro. Você provavelmente já viu vários filmes que dão aos humanos a oportunidade de liberar todo o potencial de seu cérebro, mas estes são simplesmente ficção. A verdade é que sempre usamos muito mais do que apenas 10% do nosso cérebro. Esse mito é comumente usado por professores e palestrantes motivacionais para nos ajudar a desbloquear todo o nosso potencial, mas o mito dos 10% nada mais é do que uma lenda urbana que possivelmente existe desde o início do século XX. A pesquisa mostra que quase todas as regiões do cérebro estão ativas, exceto nas pessoas que sofrem de algum tipo de dano cerebral. Acredita-se que o cérebro usa cerca de 20% da energia do nosso corpo, e não faz sentido que uma parte tão minúscula do cérebro use tanto da nossa energia. As imagens cerebrais também mostraram que nenhuma área de um cérebro saudável está totalmente inativa.


📌 7º mito sobre o cérebro humano - A função cerebral diminui conforme você envelhece:



O cérebro atinge o desenvolvimento completo por volta dos 25 anos, e as habilidades cognitivas não mudam muito depois disso. Portanto, cabe a nós proteger nossos cérebros à medida que envelhecemos para manter a sabedoria e o conhecimento. Uma ótima maneira de ajudar a proteger o cérebro é levar um estilo de vida saudável, praticando exercícios, tendo uma dieta bem balanceada e mantendo-se socialmente ativo. A memória implícita não é afetada com a idade, o que inclui lembrar as letras de suas músicas favoritas. A capacidade de completar tarefas faz parte da memória motora e também é mantida junto com a idade. No entanto, há uma diferença entre envelhecimento saudável e desenvolvimento de uma condição médica, e eles afetam o cérebro de maneiras diferentes. Esquecer onde você deixou suas chaves ou a senha de uma conta faz parte do envelhecimento saudável, mas se as habilidades cognitivas começarem a declinar rapidamente, é importante consultar um médico.


📌 6º mito sobre o cérebro humano - Os bebês que ouvem música clássica são mais inteligentes:



O Efeito Mozart é apenas mais um mito que alimentamos há anos. A história diz que bebês que ouvem Mozart ou outra música clássica podem aumentar sua inteligência. As mulheres grávidas tocam Mozart em voz alta ou até pressionam os fones de ouvido contra o estômago para que o bebê ouça. Infelizmente, não há nenhuma prova definitiva para fazer backup desse método. Em 1993, um pequeno estudo (36 alunos) mostrou que os estudantes universitários que ouviam Mozart apresentavam uma melhora no raciocínio especial. No entanto, nada sugeria que qualquer melhora seria observada em crianças ou bebês em gestação. O músico Don Campbell até publicou um livro que afirmava que a música de Mozart continha poderes milagrosos que poderiam enriquecer vidas. Desde que essas afirmações vieram à tona, um estudo conduzido pelo Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha não encontrou evidências de que a música clássica pudesse aumentar a inteligência de uma criança. É bom saber - não conheço muitas crianças que gostariam de ouvi-lo.


📌 5º mito sobre o cérebro humano - Os jogos cerebrais melhoram as habilidades de memória e raciocínio:



Os jogos de treinamento cerebral podem ser divertidos de jogar, mas há poucas evidências que mostrem que eles melhoram a memória ou a inteligência. Esses jogos surgiram como uma das formas mais novas e divertidas de aguçar seu cérebro e são anunciados para dar ao usuário uma ampla gama de benefícios cerebrais. Tem havido muito debate sobre se esses jogos cerebrais oferecem algum aumento de capacidade intelectual para os usuários. Em um relatório de consenso do Stanford Center on Longevity, eles descobriram que os jogos cerebrais mostram poucas evidências de melhorias nas habilidades cognitivas. Eles ressaltam que pode ser mais produtivo dedicar tempo a atividades que beneficiem o dia a dia, como ler, se socializar, se exercitar e fazer jardinagem. Pode haver evidências de que uma pequena porcentagem pode se beneficiar com esses jogos, como adultos idosos que podem estar enfrentando o mal de Alzheimer. Mas, no geral, os jogos cerebrais são apenas um mito sendo vendidos para nós por empresas que buscam lucrar.


📌 4º mito sobre o cérebro humano - Pessoas com cérebro esquerdo e direito são diferentes:



Todo mundo tem talentos e personalidades diferentes, mas não há prova de que essas diferenças sejam causadas pelo domínio de metade do cérebro. Os lados direito e esquerdo do cérebro se especializam em diferentes tarefas. O lado direito é mais criativo, enquanto o lado esquerdo é mais analítico. Um estudo conduzido pela Universidade de Utah em 2013 não encontrou evidências de que as pessoas tenham um lado dominante do cérebro. Então, por que tentamos acreditar que temos que ter o cérebro esquerdo ou direito? Nós, humanos, gostamos de nos classificar em diferentes tipos de grupos. Também pode resultar de como temos um lado dominante quando se trata de nossas mãos, pés e até mesmo de nossos olhos. Se você acreditar nesse mito, essas distinções podem ajudar a limitar seu potencial. Pois bem, todos aqueles testes na aula de psicologia foram uma perda de tempo absoluta.


📌 3º mito sobre o cérebro humano - O cérebro funciona melhor sob pressão:



Você pode acreditar que trabalha melhor sob pressão, mas geralmente não é o caso. A pressão de cumprir um prazo pode motivá-lo a trabalhar mais, mas isso não significa necessariamente que resultará em um melhor desempenho de seu cérebro. Em vez disso, a pressão pode estressar o cérebro humano, resultando em tarefas que não são executadas adequadamente. Estudos mostraram que o estresse cria um ambiente mais difícil para o funcionamento do cérebro, o que interfere na capacidade do cérebro de aprender e traduzir ideias em informações significativas. Esses estudos mostraram que os procrastinadores tendem a cometer mais erros do que as pessoas que trabalham em uma escala de tempo mais prolongada. Todo mundo reage de maneira diferente a certas situações, mas a verdade é que o cérebro normalmente não funciona melhor quando está sob pressão.


📌 2º mito sobre o cérebro humano - O cérebro humano é o maior:



O cérebro humano pesa cerca de três quilos, mas o cérebro de um cachalote pode pesar até 20 quilos, que é o maior de qualquer espécie animal. Porém, um cérebro maior não significa que o animal será mais inteligente. Em vez disso, o que realmente importa é o tamanho do cérebro em relação ao tamanho do corpo. Em outras palavras, uma comparação entre o peso do cérebro e o peso total do animal. Alguns animais menores têm cérebros maiores em relação ao seu tamanho do que os animais maiores. O cérebro humano é considerado o maior em relação ao tamanho do corpo. Isso não é verdade para todas as partes do cérebro. A área do cérebro que processa o cheiro, também conhecida como bulbo olfatório, é menor em tamanho relativo do que a de uma gambá.


📌 1º mito sobre o cérebro humano - O QI permanece o mesmo ao longo da vida:



O QI de uma pessoa provavelmente aumentará e diminuirá com a idade, provando que seu QI não permanecerá o mesmo por toda a vida. Nossa capacidade de lembrar informações atingirá o pico aos 18 anos, mas a inteligência emocional pode melhorar até os 30 anos. Estudos mostram que nossas experiências de vida e experiências relacionadas à escola mudam a forma como nosso cérebro funciona e podem contribuir para essas pontuações flutuantes de QI. No entanto, determinar o QI de uma pessoa nunca é uma ciência exata. Alguns professores acreditam que uma margem de erro em torno de uma pontuação de QI poderia ser de mais ou menos 5 ou 6 pontos a qualquer momento. Eles também acreditam que você deve ter cuidado sobre como a inteligência está sendo medida, porque o QI é um conceito relativo. O teste determina sua pontuação em um teste em comparação com outras pessoas da mesma idade. Um QI real pode ser difícil de determinar, mas há um consenso de que ele irá flutuar um pouco à medida que envelhecemos.

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